HAN SOLO: UMA HISTÓRIA STAR WARS

Han Solo: Uma História Star Wars Créditos da Imagem: Lucas Film/Disney

Cartaz de “Han Solo: Uma História Star Wars”
Créditos da Imagem: Lucas Film/Disney

Quando foi anunciado HAN SOLO: UMA HISTÓRIA STAR WARS, a primeira pergunta que me fiz foi “Precisa?”, sendo que, no universo Star Wars, há muito mais personagens interessantes para terem seu passado explorado, assim como fatos a serem explorados que ainda não haviam sido, como foi o caso de “Rogue One“.

E confesso que não botava fé alguma no filme, tanto por causa dos trailers divulgados quanto dos problemas na produção que foram noticiados.

Mas a verdade é que HAN SOLO: UMA HISTÓRIA STAR WARS é um ótimo filme, com clima de aventura dos anos 80, personagens cativantes e um elenco muito bom, além de vários fan services bacanas,  seja em frases, aparições de personagens e situações.

O que mais me impressionou foi a atuação de Alden Ehrenreich, que em nada lembra Harrison Ford, mas você consegue captar a essência da “entidade” Han Solo no personagem em trejeitos, olhares, etc., assim como Donald Glover, que faz, à sua maneira, uma interpretação muito legal de Lando Calrissian e que, com certeza, vai cativar a maioria dos espectadores.

Já a personagem de Emilia Clarke é a que, na minha opinião, achei a mais fraca e mais “jogada” na trama. Apesar de fazer parte da origem do personagem principal, durante a trama, torna-se, de certa, forma substituível.

Woody Harrelson e Thandie Newton (Westworld) interpretam com maestria personagens que servem como mentores a Solo em alguns momentos, e Paul Bethany (Vingadores: Guerra Infinita) interpreta o vilão da trama, que, apesar do pouco tempo em tela, consegue mostrar ser um homem cruel e poderoso que transmite medo a todos os outros personagens com um simples olhar.

O objetivo do filme é mostrar como as pessoas viviam à margem da sociedade na época do Império, algumas dedicando-se a atividades ilícitas, como é o caso de uma “rinha de robôs”, outras, à prostituição, que fica implícita em algumas frases proferidas por Qi’ra (Emilia Clarke), e alguns, como caçadores de recompensa, e por aí vai.

É nesse cenário que conhecemos o jovem Han Solo, que acaba de encontrar um combustível muito valioso que mudaria sua vida.

Mas seus planos são frustrados, e isso o força a improvisar, tornando-se, então, soldado do Império, cena essa que mostra um ambiente sujo de sofrimento e que entra no cerne do pensamento de alguns stormtroopers sobre qual é a importância de estarem invadindo mais um planeta.

Nesse momento, também vemos o lado “herói” de Han Solo e como ele conheceu Chewbacca e tornou-se parte da equipe de Bracket “Harrelson”.

A partir daí, temos um filme de assalto sensacional, que eu descreveria como uma montanha russa, ação desenfreada, comédia, muita aventura, batalhas intergaláticas e tudo no jeito Star Wars de ser.

Sendo assim, a minha pergunta antes citada é respondida com: “SIM, precisa!”, e o filme merece ainda várias continuações até chegar em “Star Wars: Episódio IV – Uma Nova Esperança“.

Sinopse

Após uma série de ousadas aventuras, o jovem Han Solo encontra seu futuro copiloto, Chewbacca, e o notório jogador Lando Calrissian.

Ficha Técnica

Título: Han Solo: Uma História Star (Original: Han Solo: A Star Wars Story)
Ano de Produção: 2018
Direção: Ron Howard (I)
Estreia: 24 de maio de 2018
Duração: 135 minutos
Classificação: 12 – Não recomendado para menores de 12 anos
Gênero: Ação, Ficção Científica
Países de Origem: Estados Unidos da América

Agradecimentos: Disney

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Caio Gaona

Caio Gaona é baterista, professor de bateria, membro das bandas Triscore e InVida, e idealizador do projeto Geek Batera, em que grava vídeos para o YouTube tocando bateria sobre trilhas sonoras de filmes, séries e animes.

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