HOMEM-FORMIGA E A VESPA

Pôster de "Homem-Formiga e a Vespa" Créditos da Imagem: Marvel/Disney

Pôster de “Homem-Formiga e a Vespa”
Créditos da Imagem: Marvel/Disney

Dia 05 de julho, chega aos cinemas HOMEM-FORMIGA E A VESPA, sequência de Homem-Formiga, de 2015, e nós, da POLTRONA DIGITAL, já o assistimos na cabine de imprensa, e aqui estão algumas impressões sobre esse filme super divertido da Marvel!

A premissa do filme é a busca de Hank Pym (Michael Douglas) e Hope Van Dyne (Evangeline Lilly) por Janet Van Dyne (Michelle Pfeifer), que está presa desde os anos 70 no “Reino Quântico”, mostrado no filme anterior, quando o Homem-Formiga faz uma breve passagem por ele nos momentos finais da trama.

Para isso, eles precisam encontrar uma última peça para montar a câmara quântica e fazer com que consigam viajar pelo Reino Quântico e libertar Janet.

Em paralelo a isso, vemos Scott Lang (Paul Rudd) vivendo seus últimos dias de prisão domiciliar após os fatos ocorridos em “Capitão America: Guerra Civil”, em que ele, ao ajudar o Capitão America, desrespeitou o “Tratado de Sokovia” e, com isso, foi preso, tornando Hope e Hank também procurados pelo FBI.

Nesse momento, vemos Lang brincando com sua filha, tocando bateria eletrônica e fazendo uma série de coisas para passar o tempo, porém, em um desses momentos, Scott tem uma visão clara de Janet e resolve entrar em contato com Hank e Hope para falar sobre isso. É a partir daí que a ação desenfreada acontece.

Vemos Hope enfrentando Sonny, empresário com intenções maliciosas para com o trabalho de Pym, e seus capangas, para conseguir a peça que falta para a construção da câmara quântica, e somos apresentados à “Fantasma”, personagem antagonista do filme, que tem uma grande ligação com o passado de Hank e que, para se curar de uma doença que a faz sumir e reaparecer, precisa extrair a energia quântica de Janet, causando sua morte.

Em meio a tudo isso, acompanhamos Scott Lang voltando a agir como o Homem-Formiga para ajudar pai e filha e, ao mesmo tempo, não ser preso enquanto cumpre seus últimos três dias de pena.

O filme é de ação com um tom forte de comédia e utiliza bem os elementos da trama como artifícios para torná-lo mais interessante conforme se desenvolve, dando maior destaque aos efeitos visuais e especiais, que estão sensacionais, e à trilha sonora, que contribui para a criação de um clima dinâmico e imediato, como se aquilo que os personagens passam durante o filme fosse verossímil para o espectador.

Porém, por ser um filme leve e mais calcado na comédia, a tensão e a seriedade não transparecem como algo importante, como aconteceu em Vingadores: Guerra Infinita, mas como algo episódico, com exceção da cena pós-créditos.

O maior destaque vai para a belíssima atuação de Michael Douglas como Hank Pym, Evangeline Lilly como a Vespa, que, na minha opinião, domina o filme, e a atuação de Paul Rudd como Scott Lang, que cumpre bem seu papel e faz o inimaginável quando se trata de comédia, e o ponto negativo é a atuação da Hannah John-Kamen, que não demonstra exatamente a que veio.

Resumindo; é um filme para toda a família, com aquele tom de comédia de sessão da tarde e ótimos efeitos especiais.

Agradecimentos: Disney/Marvel

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Caio Gaona

Caio Gaona é baterista, professor de bateria, membro das bandas Triscore e InVida, e idealizador do projeto Geek Batera, em que grava vídeos para o YouTube tocando bateria sobre trilhas sonoras de filmes, séries e animes.

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