Café Sem Açúcar

Créditos da Imagem: Divulgação

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Beber café sem açúcar, para mim, nunca foi um problema. Aliás, não curto adoçar nada.

Neste segundo artigo, vamos falar um pouco sobre paladar. O meu não é lá muito refinado, mas o açúcar em bebidas sempre me pareceu dispensável. Afinal, gosto mesmo é do docinho que geralmente acompanha o café (lembra do bolo com café na casa da Avó Maria?! Pois é, a vida é feita de memórias, e a construção do paladar é um conjunto delas!).

Beber café sem açúcar ou adoçante não tem nada a ver com o mundo fitness, porque afinal, a quantidade de açúcar usada para isso não é capaz de engordar ninguém (ou não deveria ser), mas tem a ver com a capacidade de perceber ou não os mais variados sabores que um bom café pode oferecer, além da doçura que acompanha o grão.

Você já parou para tomar um café em um lugar bacana e, ao provar aquele espresso previamente adoçado, teve a impressão que ele estava fraco? Então, foi o açúcar que acentuou a doçura natural do grão e levou você a acreditar que o espresso estava com problema.

Não quero forçá-lo(a) a abandonar o cafezinho adoçado, mas convido você a uma experiência: vá a uma cafeteria bacana, peça um curto ou um ristretto e procure sentir os sabores que ele oferece. Veja se percebe a doçura, tente separar o amargor do leve toque adocicado do café, tente notar algum outro traço de sabor, entregue-se à experiência.

Se notar, parabéns! Você tem um ótimo paladar. Se achar muito forte, adoce e continue seu café, não permitimos desperdícios!

Na próxima semana, falaremos um pouco sobre os tipos de grãos, torras e, também, por que nosso coado de todo dia é tão diferente dos espressos de cafeteria.

Não deixe de comentar sobre a experiência do café sem açúcar e sobre algum assunto sobre café que você gostaria de ler por aqui!

Até a próxima!

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