Bienal 2018, impressões de uma primeira vez

Nosso colunista Leonel Andreoli e o escritor Rodrigo de Oliveira
Créditos da Imagem: Karina Ricioni

A convite das minhas amigas Karina e Laura, fui à 25ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO na terça-feira, dia 07 de agosto.

Foi minha primeira participação nesse evento. Ok, ok… eu sei que é muita vergonha para um leitor de 32 anos nunca ter ido à Bienal do Livro, mas… vamos ao que interessa: minha experiência no evento.

Fomos para a 25ª BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE SÃO PAULO na parte da tarde, depois que a Laura saiu da escola (em Embu das Artes) e eu do curso de Marketing de Eventos no Senac 24 de Maio.

Claro que eu tive que ficar esperando quase 2 horas no Metrô até as duas chegarem, mas confesso que valeu a pena. Até porque aproveitei o tempo para ler World of Warcraft – Lendas, HQ que ganhei do pessoal do BaúGeek durante o Anime Fair Embu – 5ª Edição.

Chegamos à Bienal por volta das 15h15. Confesso que esperava filas monstruosas para entrar no evento, mas me surpreendi por ver a quantidade de guichês disponíveis na bilheteria. Foi super rápido comprar o ingresso e entrar.

Logo de cara, nos deparamos com o estande da Microsoft e fomos arrastados pela Karina para um escape room promovido por eles envolvendo Inteligência Artificial. Além de interessante, foi uma coincidência muito grande, pois, na quinta-feira, eu apresentaria um evento no curso baseado em escape room.

Depois de terminar o escape room, fomos ver os estandes das editoras. Como a Laura queria muito ver se encontrava Olhos Prateados (livro que expande o universo do jogo Five Nights At Freddy’s), fomos primeiro ao espaço da Editora Intrínseca. Enquanto ela namorava o livro, fui olhar os outros títulos ofertados pela editora, e eis que me deparo com Heróis de Novigrath, da autora Roberta Spindler. Aproveitei a oportunidade e o adquiri, o qual foi muito gentilmente autografado pela autora.

Continuamos zapeando entre os estandes das editoras e sebos. A quantidade de livros na minha mochila ia crescendo à medida que o dinheiro na carteira ia diminuindo…

Agora, um estande que quase me fez chorar foi o da Faro Editorial. Por quê? Porque a Faro Editoral é responsável por publicar Crônicas dos Mortos, de Rodrigo de Oliveira. Sou um grande fã dele. E a vendedora conseguiu me deixar ainda mais emocionado ao me informar que ele estaria lá mais tarde conversando e autografando os livros. Uma pena que o dinheiro já estava no final e não daria para comprar nenhum livro dele… sniff! Mas, surpresa! A Karina comprou A Era dos Mortos – Parte 1 e me presenteou com ele para que eu pudesse pegar o autógrafo do Rodrigo quando ele estivesse no estande.

Como o Rodrigo de Oliveira iria demorar um pouco para voltar ao estande, fomos andar mais pouco pelos demais. Panini, Editora Draco, Editora Sampa, Editora Madras, Editora Coerência… todas incríveis e com títulos e mais títulos à disposição para agradar qualquer tipo de leitor.

Resolvemos dar uma passada nas Lojas Americanas montada na Bienal para comprar algo para comer. Mas, adivinhe só… acabamos comprando mais livros! Ou melhor, ganhei mais um livro: Jogador Nº 1 (de novo da Karina!). Preciso de mais amigos e amigas como ela (não só pelos livros que ela me presenteou, mas por todo o apoio que ela me presta).

Voltamos ao estande da Faro Editoral e… o Rodrigo ainda não tinha voltado. Com o tempo passando e a hora de voltarmos para casa chegando, comecei a achar que não conseguiria o dito autógrafo. Ok, mais uma volta por outros estandes: Submarino, Polen, o espaço do livro A Ruína Dourada, com ilustrações de Milena Buzzinaro (ilustradora que esteve presente no Anime Fair Embu – 5ª Edição).

De novo voltamos ao estande da Faro Editoral. Agora sim! O Rodrigo já estava lá. Aproximei-me e perguntei se ele poderia autografar o livro para mim.

Ele foi de uma receptividade incrível. E ainda aproveitou para contar que Elevador 16 vai virar filme (aguenta, coração!). E, de quebra, uma foto com um dos meus autores nacionais favoritos (um dos, porque são muitos… e quanto mais eu frequento e organizo eventos, mais conheço novos autores incríveis).

Hora de ir embora… mochila pesada, carteira vazia, pernas doendo. Mas muito, muito feliz com a experiência. E olha que devido ao tempo só conseguimos ver uma parte dos estandes da Bienal.

Arrependo-me de não ter ido à Bienal do Livro nas edições anteriores. É um evento sem palavras para descrevê-lo. Entretanto, agora faz parte da minha lista de eventos dos quais pretendo participar do máximo de edições possível. Que venha a 26ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo!

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Leonel Andreoli

Leonel Andreoli é formado em Turismo e Hospitalidade pela Faculdade de Tecnologia de São Paulo - FATEC. É proprietário da Anime Fair Eventos, cujo principal foco são eventos para o público nerd/geek/otaku. Seu principal projeto atualmente é o “Anime Fair Embu”, que ocorre na cidade de Embu das Artes, e vem crescendo exponencialmente a cada edição, mas vem desenvolvendo outros projetos para a cidade de São Paulo em parceria com o Portal POLTRONA DIGITAL.

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